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terça-feira, 8 de janeiro de 2013

CONHECIMENTO E SEGURANÇA


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Nosso treinamento ajuda a salvar e preservar vidas

. TREINAMENTO DE RAC
. INTRODUTORIO VALE
. TREINAMENTOS OPERACIONAIS E DE MINA


Todos os treinamentos foram ministrados em auditório refrigerado e pronto atendimento de suporte.

Os horários e a carga de treinamentos, conforme definidos por DIRETRIZES VALE,  todos públicos. O prazo de atendimento foi satisfatoriamente cumprido, haja vista a dificuldade que a empresa FORMATTO vinha enfrentando para colocar seu pessoal nas diversas áreas.  Seu serviço terceirizado é a manutenção de torres de telefonia e internet de empresas VIVO, OI, TIM e CLARO, dentro de áreas dos diversos projetos da VALE no sul/sudeste do Pará.

TREINAMENTO OPERACIONAL E DE MINA
Inventamos ou implantamos este produto em PARAUAPEBAS.

Quando começamos não tinha ninguém. Apenas a Obra Kolping, bem devagar. Lutamos quase dois anos contra o descrédito das empreiteiras e dos sindicatos. Estamos nisso há mais de dez anos e gostamos do que fazemos. A opção pelo atendimento individual surgiu após pesquisa com alunos, instrutores e observando a forma peculiar como o imigrante maranhense (90% dos nossos clientes) chegam aqui: semi-alfabetizados,  com pouca convivência social. Para formar realmente este novo profissional, apenas com atenção especial, muito respeito pelo ser humano e paciência. Um aluno e um professor é um método caro, mas o retorno é maravilhoso. Estamos formando profissionais cidadãos e é muito importante para nos. Queremos fazer diferença. Os treinamentos de RAC e INTRODUTÓRIO seguem o padrão VALE e os realizamos com sucesso também.

Atenção. O CURSO DE TORNEARIA, teórico e pratico é uma excelente opção para quem quer se profissionalizar na região. Apenas nos temos este curso. Há muitas oportunidades de trabalho aqui na região.
Temos ainda cerca de 2500 cursos em diversas áreas. Presenciais ou não, com pratica, estagio em CTPS e outras facilidades para atender todo mundo que precisa crescer  profissionalmente ou obter um novo ganha pão. Somos a EXCLUSIVA. SOMOS ON DEMAND.

CONFIRA UM DE NOSSOS RECENTES TREINAMENTOS:






segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Vale reduz investimento para US$16,3 bi em 2013


Rio de Janeiro - A Vale previu nesta segunda-feira investimentos de 16,3 bilhões de dólares para 2013, uma queda de 24 por cento na comparação com o plano anunciado para 2012, num momento em que a mineradora vê perspectivas de uma demanda apenas "moderada" por minério e metais.
A maior produtora global de minério de ferro avalia que o mundo está no final de um "super ciclo" do setor da mineração, disse nesta segunda-feira o presidente da Vale, Murilo Ferreira, em teleconferência com analistas para comentar o plano de investimento.

A empresa havia anunciado no final do ano passado investimentos de 21,4 bilhões de dólares para 2012, montante que foi revisado nesta segunda-feira para um valor bem menor que o previsto inicialmente, somando 17,5 bilhões de dólares.
A empresa reduziu investimentos e adiou projetos em meio à queda no preço do seu principal produto e com perspectivas de um crescimento mais lento na demanda por aço na China.
"As perspectivas de uma expansão moderada da demanda global por minérios e metais no médio prazo requerem rígida disciplina na alocação de capital e maior foco em maximizar eficiência e minimizar custos", disse a mineradora em comunicado.

Do total dos investimentos, 7,65 bilhões de dólares --quase 47 por cento-- serão destinados à área de minerais ferrosos, o carro-chefe da companhia. Outros 3,78 bilhões de dólares serão investidos em metais básicos, enquanto 1,3 bilhão de dólares e 520 milhões de dólares irão, respectivamente, apoiar negócios de fertilizantes e siderurgia.
O plano anunciado para 2013 indica que a mineradora reduzirá investimentos pelo segundo ano seguido. Em 2011, a companhia investiu 18 bilhões de dólares.
"Mais do que nunca, estamos fortemente comprometidos em investir somente em ativos de classe mundial, capazes de criar valor ao longo dos ciclos e que possuam vida longa, baixo custo, possibilidades de expansão e produção de alta qualidade", afirmou o presidente da Vale em nota pela manhã.
A empresa projeta para 2013 produzir 306 milhões de toneladas de minério de ferro, uma pequena redução em relação ao volume projetado para 2012, de 312 milhões de toneladas.
SEM SURPRESA 
Os analistas Alexander Hacking, do Citi, e Marcos Assumpção, do Itaú, afirmaram em e-mail a clientes que os investimentos anunciados para 2013 eram esperados.

"Este anúncio não traz nenhuma surpresa ao mercado, esperamos uma reação neutra das ações da empresa", disse o analista do Itaú.
As ações da Vale fecharam em queda de 0,05 por cento, enquanto o Ibovespa encerrou em alta de 1,2 por cento.
O Citi destaca um aumento de 10 a 20 por cento no custo de três projetos-chave da companhia, o que considera um "desapontamento".
A Vale apontou que terá custos maiores para o projeto de cobre Salobo II; Long Harbor, um projeto de níquel no Canadá, e a siderúrgica de Pecém, no Ceará.
A construção da pelotizadora Samarco IV, no Espírito Santo, foi retirada da lista de principais projetos, porque, segundo a Vale, não há investimento estimado para 2013.
"O projeto continua", informou a Vale, por meio de sua assessoria de imprensa.

A usina, com 50 por cento de participação da BHP e outra metade em mãos da Vale, tinha investimentos previstos em 1,7 bilhão de dólares e prazo para entrar em operação no primeiro semestre de 2014, segundo a listagem referente ao terceiro trimestre deste ano.
A Vale retirou também da sua lista de principais projetos aprovados uma mina subterrânea de cobre na Zâmbia, porque ela já começou a produzir.
"Nossa prioridade mudou do crescimento marginal de volume para volumes com eficiência de capital, uma mudança que impacta profundamente a forma de gerir capital", disse a companhia.
A Vale já vem enxugando a carteira de projetos nos últimos meses, e o investimento em 2012 ficará cerca de 18 por cento menor do que planejado inicialmente.
A empresa já havia recuado de projetos complicados como Simandou, de minério de ferro na Guiné, e Apolo, que tem sua implementação, em região de aquíferos em Minas Gerais, questionada por ambientalistas.

Também foram paralisados a construção da siderúrgica do Pará (Alpa), e Kronau, um projeto de potássio no Canadá.
Paralelamente, a empresa realiza desinvestimentos, com a venda de ativos de petróleo e de logística, entre outros negócios que fogem do principal foco da companhia.
Entre os projetos prioritários, Serra Sul, em Carajás, no Pará, demandará investimentos de 8 bilhões de dólares para produzir 90 milhões de toneladas anuais. Com desembolsos de 658 milhões de dólares previstos para 2013, O projeto deve entrar em operação no segundo semestre de 2016.
Do total de dispêndios, 10,1 bilhões de dólares irão para execução de projetos, 5,1 bilhões de dólares irão para a sustentação de operações existentes e 1,1 bilhão de dólares ficarão com a área de pesquisa e desenvolvimento (P&D).
Uma das cerca de 100 licenças ambientais recebidas pela Vale neste ano foi para Serra Sul, um licenciamento decisivo para a companhia tocar o seu maior projeto. Após a emissão da licença prévia, a Vale aguarda a licença de instalação.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

CONHECIMENTO TÉCNICO PROFISSIONAL, QUANTO VALE?


“ e já não há trevas, a luz  inundou o coração e a mente dos homens...”

SOMOS A EXCLUSIVA CONSULTORIA. Nossa origem,  alicerçada  na crença de que o conhecimento pertence a toda a humanidade, buscamos sempre novas formas de desmitificá-lo, tornando-o acessível e próximo dos anseios dos nossos alunos e treinandos.  Nosso foco é compreender que estamos dentro de projetos perenes que exigem o tempo todo,  novos conhecimentos e novos elementos de produção – homens e mulheres capacitados para vencerem o desafio da renovação, da continuidade, com competência, sabedoria e determinação.
Nossos clientes, alunos, na sua massiva maioria pessoas que precisam rapidamente adquirir um novo conhecimento ou reciclar um ponto, uma observação. Criamos o treinamento personalizado – um aluno por vez, com determinada carga horária e planejamento. Temos atingindo objetivos interessantes: passamos a atender bem uma maior gama de pessoas, aumentamos a satisfação e conseguimos uma maior empregabilidade para nossos egressos.


Não podemos ou queremos mais encher salas de aula. Pessoas diferentes, ritmos diferentes. É mais ágil, não prendemos o aluno nem a escola mais. Sua carga horária é distribuída nos dias e horas do seu exclusivo interesse, inclusive tendo acesso ao conteúdo que quer maiores explicitações. Bingo!

A demanda é assustadora, mas estamos tranqüilos, temos nossa capacidade. Estamos ampliando a oferta de cursos a distancia e tutoria. Em breve estaremos em parceria com o Estado do Pará aplicando os exames de suficiência de estudos técnico.
Nos orgulha as fotos mostradas das nossas aulas praticas, em todos os campos aplicados por nós. Cerca de 2500 cursos, foco em mineração e siderurgia mas também direito, turismo, saúde, educação, recursos humanos, estética, produtos rurais, cooperativismo, construção civil, construção mecânica, matemática, metrologia, mecânica, soldagem, operação de equipamentos pesados, eletricidade industrial e predial, assuntos políticos e tal. Visite nossosserviços1.blogspot.com e tenha maiores informações da nossa área de ação.

Em recente fizemos uma proposta de treinamento operacional ao sindicato da Construção Civil. Diversos cursos conforme descrição em anexo. Vale a pena dar uma olhada, estamos a disposição.

E não somos apenas treinamento. NOSSOS CURSOS DE RAC atende cada vez mais um numero maior de empresas que estão preocupadas com o aprendizado criterioso do seu funcionário. Estamos ativos.










Atuamos em áreas como Mediação e Arbitragem, Construção Civil e Projetos, Eventos e Feiras, Pesquisas e Marketing de Produtos, Marketing Político, Custos e Analise Financeira, Representação de Peças, Óleos e Serviços de Manutenção, Suporte Administrativo e Gerencial, Contabilidade, Auditoria e Pericias, Serviços de Internet e Comercio Eletrônico.  SOMOS EXCLUSIVA. SOMOS ON DEMAND!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

QUANDO FALAMOS EM EDUCAÇÃO E TREINAMENTO


Estamos falando da transformação consentida da vida das pessoas. O trabalhador assume sua educação já quando adulto e luta com determinação para alterar sua realidade, completar seus estudos e sua formação profissional. Este homem ou mulher, oriundo das camadas populares do Maranhão, raramente chega em Parauapebas com segundo grau. Em 80% dos casos, chegam com 5ª,  8ª series, alguns, com apenas as quatro series iniciais da alfabetização. Na verdade, a grande maioria, são analfabetos funcionais. Aqui deparam com outra realidade. Não é tanto a falta de conhecimentos operativos, é a falta de educação básica mesmo, a titulação exigida para Carajás e região. Mas tudo é urgente, as oportunidades aparecem e este detalhe de ter o segundo grau atrapalha, e muito a vida destes heróis anônimos, que deixam tudo para trás, a procura de sobrevivência.
No Brasil não há alternativas legais à situação em tela: o profissional sabe trabalhar mas não sabe ler ou contar. O supletivo ou EJA, por ter enorme volume de conteúdo não ajuda, poucos concluem, estão cansados, é tarefa quase impossível porque perderam o tempo de escola. A saída é a ilegalidade, comprar o certificado.
Discutimos aqui, que o Estado poderia adaptar a equivalência de estudos para este período da vida do trabalhador. Não tem o conhecimento de anos de escola, incluindo a fase biológica que facilita o aprendizado e acostuma o cérebro com o processo de educação continuada, mas um conteúdo mínimo, alicerçado nas praticas diárias destes trabalhadores, com graduação equivalente ao ensino fundamental e médio.
A equivalência de ensino técnico, também poderia ser simplificada e aplicado os exames mais vezes ao ano, em datas fixas. Uma maior divulgação iria permitir que milhares de trabalhadores, mesmo nas elitistas condições atuais (Exemplo: um mecânico, com ensino médio e cinco anos de carteira assinada, faz as provas e obtém o certificado de técnico em mecânica, com direito a registro no creia).
Nosso empresa esta com tudo preparado para lançar um circulo de estudos visando a proxima prova da Secretaria de Educação do Estado do Pará. Há exatos 180 dias que fizemos a consulta e até hoje não temos resposta, portanto não pudemos iniciar sequer a divulgação. As datas para os exames no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais já estão divulgadas.
Nosso entendimento do processo de educação profissional, é do ponto de vista que é exagero, exigir 5 anos na carteira profissional, mais ensino médio completo, para que se possa beneficiar do método de certificação por equivalência de ensino. Também o nível técnico das provas, feitas por pessoas que aprenderam primeiro teoria, em diversificadas situações, torna-se impossível o profissional que aprendeu fazendo, acompanhar ou tirar proveito delas. Precisamos de um meio terno, uma nova compreensão do processo fabril e industria, que muda o tempo todo.
Somos sabedores que a estrutura de ensino no Brasil, ainda contempla uma elite de trabalhadores. A educação sempre foi um divisor de águas entre os mortais comuns e a elite. Os grandes entraves do ensino brasileiro, formal ou profissional, sempre foram sua elitização. As mudanças começam quando Fernando H. Cardoso aprova que todas as crianças, em idade escolar devem esta em sala de aula. Mecanismos sociais e econômicos são criados e se vê, apartir de então, um esforço do Estado Brasileiro em manter suas crianças na sala de aula. De qualquer jeito, com grandes e poderosos entraves, mas hoje vemos mais crianças na escola em todo o pais. Precisamos ainda chegar ao estado ideal, de manter todas crianças, em idade escolar, na sala de aula, em tempo integral. Estes  trabalhadores de hoje, perderam seu tempo, precisamos então criar mecanismos que ajudem a integrá-los mais rapidamente as novas demandas do trabalho.
Assim, os trabalhadores de Carajás e região, na sua imensa maioria apenas alfabetizados, demandam de outro ensino para obterem sua pela inserção, nos padrões exigidos pelo estado brasileiro. Demandam de uma flexibilização nos métodos educativos e certificatórios.

ESFORÇOS ELITISTAS E PARA INGLES VER

O SENAI local tem o atroz costume, de cobrar dos trabalhadores, ganhando duas vezes pelo que se propõe a fazer: ganham das empresas, de todas elas, via Sefip  e ganham dos trabalhadores, quando os mesmos vão a procura de qualificação.se aperfeiçoar para o trabalho. É absurda a situação. Como empresa de treinamento, cobramos e matricula-se quem pode. Temos custos e impostos. Mas o SENAI não tem preocupação nem com receita, nem com impostos e cobra por seus serviços à população. Na sua burocracia acaba educando para o trabalho, uma elite de jovens candidatos que nunca vão pegar o batente. Acabou virando um elefante branco no centro de Parauapebas.
Então o trabalhador que precisa de uma escola na sua medida nos procura. Nossos cursos recebem alunos de todo o norte/nordeste. Do Pernambuco a Rondonia. Empresas, pessoas, entidades deslocam até Parauapebas para serem atendidos por nós. Agora, no ensino a distancia estamos atendendo localmente. Nossos cursos focam a pratica e o tempo. São alunos que precisam mais de uma informação profissional do que sala de aula. Assim, após um ensino básico na profissão, são encaminhados para a pratica e depois, certificados. O tempo de pratica é, em média três vezes maior que o tempo teórico. E uma aluno de cada vez, religiosamente. Vejam as aulas:










































































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