sexta-feira, 14 de março de 2014

TREINAMENTO PROFISSIONAL E HUMANIDADE. COMO NOS TORNAMOS REFERENCIA EM EDUCAÇÃO EMPRESARIAL EM CARAJÁS.

Percebemos ao longo desses anos, a ocorrência deste importante fator de aprendizado em alunos aprendizes ou operários adultos e qualificados. É um problema quando não detectado  pela escola e treinado seus instrutores para a importância da prática direcionada. Muitos dos nossos alunos retornam pelo nosso foco na pratica em treinamento profissional. Leiam:

A Dislexia
O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura

Peanuts Collector Club
A dislexia é uma das mais comuns deficiências de aprendizado. Segundo pesquisas realizadas, 20% de todas as crianças sofrem de dislexia – o que causa com que elas tenham grande dificuldade ao aprender a ler, escrever e soletrar. Pessoas disléxicas – e que nunca se trataram – lêem com dificuldade, pois é difícil para elas assimilarem palavras. Disléxicos também geralmente soletram muito mal. Isto não quer dizer que crianças disléxicas são menos inteligentes; aliás, muitas delas apresentam um grau de inteligência normal ou até superior ao da maioria da população.
A dislexia persiste apesar da boa escolaridade. É necessário que pais, professores e educadores estejam cientes de que um alto número de crianças sofre de dislexia. Caso contrário, eles confundirão dislexia com preguiça ou má disciplina. É normal que crianças disléxicas expressem sua frustração por meio de mal-comportamento dentro e fora da sala de aula. Portanto, pais e educadores devem saber identificar os sinais que indicam que uma criança é disléxica - e não preguiçosa, pouco inteligente ou mal-comportada.
A dislexia não deve ser motivo de vergonha para crianças que sofrem dela ou para seus pais. Dislexia não significa falta de inteligência e não é um indicativo de futuras dificuldades acadêmicas e profissionais. A dislexia, principalmente quando tratada, não implica em falta de sucesso no futuro. Alguns exemplos de pessoas disléxicas que obtiveram grande sucesso profissional são Thomas Edison (inventor), Tom Cruise (ator), Walt Disney (fundador dos personagens e estúdios Disney) e Agatha Christie (autora). Alguns pesquisadores acreditam que pessoas disléxicas têm até uma maior probabilidade de serem bem sucedidas; acredita-se que a batalha inicial de disléxicos para aprender de maneira convencional estimula sua criatividade e desenvolve uma habilidade para lidar melhor com problemas e com o stress.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


Causas da Dislexia
As causas da dislexia são neurobiológicas e genéticas. A dislexia é herdada e, portanto, uma criança disléxica tem algum pai, avō, tio ou primo que também é disléxico.
Diferentemente de outras pessoas que não sofrem de dislexia, disléxicos processam informações em uma área diferente de seu cérebro; não obstante, os cérebros de disléxicos são perfeitamente normais. A dislexia parece resultar de falhas nas conexões cerebrais. Felizmente, existem tratamentos que curam a dislexia. Estes tratamentos buscam estimular a capacidade do cérebro de relacionar letras aos sons que as representam e, posteriormente, ao significado das palavras que elas formam. Alguns pesquisadores acreditam que quanto mais cedo é tratada a dislexia, maior a chance de corrigir as falhas nas conexões cerebrais da criança. Em outras palavras, a dislexia, se tratada nos primeiros anos de vida da criança, pode ser curada por completo.
Para melhor entender a causa da dislexia, é necessário conhecer, de forma geral, como funciona o cérebro. Diferentes partes do cérebro exercem funções especificas. A área esquerda do cérebro, por exemplo, está mais diretamente relacionada ą linguagem; nela foram identificadas três sub-áreas distintas: uma delas processa fonemas, outra analisa palavras e a sétima reconhece palavras. Essas três subdivisões trabalham em conjunto, permitindo que o ser humano aprenda a ler e escrever. Uma criança aprende a ler ao reconhecer e processar fonemas, memorizando as letras e seus sons. Ela passa então a analisar as palavras, dividindo-as em sílabas e fonemas e relacionando as letras a seus respectivos sons. Ą medida que a criança adquire a habilidade de ler com mais facilidade, outra parte de seu cérebro passa a se desenvolver; sua função é a de construir uma memória permanente que imediatamente reconheça palavras que lhe são familiares.  Ą medida que a criança progride no aprendizado da leitura, esta parte do cérebro passa a dominar o processo e, conseqüentemente, a leitura passa a exigir menos esforço.
O cérebro de disléxicos, devido ąs falhas nas conexões cerebrais, não funciona desta forma.  No processo de leitura, os disléxicos recorrem somente ą área cerebral que processa fonemas. A conseqüência disso é que disléxicos tem dificuldade em diferenciar fonemas de silabas, pois sua região cerebral responsável pela análise de palavras permanece inativa. Suas ligações cerebrais não incluem a área responsável pela identificação de palavras e, portanto, a criança disléxica não consegue reconhecer palavras que já tenha lido ou estudado. A leitura se torna um grande esforço para ela, pois toda palavra que ela lá aparenta ser nova e desconhecida.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


Sinais e Características de Dislexia
O ideal seria que toda criança fosse testada para detectar se ela sofre de dislexia. Porém, o sistema educacional brasileiro é deficiente e há uma falta de recursos na maioria das escolas do País. Portanto, é importante que pais e professores fiquem atentos aos sinais de dislexia para que possam ajudar seus filhos e alunos.
O primeiro sinal de possível dislexia pode ser detectado quando a criança, apesar de estudar numa boa escola, tem grande dificuldade em assimilar o que é ensinado pelo professor. Crianças cujo desenvolvimento educacional é retardatário podem ser bastante inteligentes, mas sofrer de dislexia. O melhor procedimento a ser adotado é permitir que profissionais qualificados examinem a criança para averiguar se ela é disléxica. A dislexia não é o único distúrbio que inibe o aprendizado, mas é o mais comum.
São muitos os sinais que identificam a dislexia. Crianças disléxicas tendem a confundir letras com grande freqüência. Entretanto, esse indicativo não é totalmente confiável, pois muitas crianças, inclusive não-disléxicas, freqüentemente confundem as letras do alfabeto e as escrevem de lado ao contrário. No Jardim de Infância, crianças disléxicas demonstram dificuldade ao tentar rimar palavras e reconhecer letras e fonemas. Na primeira série, elas não conseguem ler palavras curtas e simples, têm dificuldade em identificar fonemas e reclamam que ler é muito difícil. Da segunda ą quinta série, crianças disléxicas têm dificuldade em soletrar, ler em voz alta e memorizar palavras; elas também freqüentemente confundem palavras. Esses são apenas alguns dos muitos sinais que identificam que uma criança sofre de dislexia.
A dislexia é tão comum em meninos quanto em meninas.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


O que pode ser feito?
Nunca é tarde demais para ensinar disléxicos a ler e a processar informações com mais eficiência. Entretanto, diferente da fala – que qualquer criança acaba adquirindo – a leitura precisa ser ensinada. Utilizando métodos adequados de tratamento e com muita atenção e carinho, a dislexia pode ser derrotada. Crianças disléxicas que receberam tratamento desde cedo apresentam uma menor dificuldade ao aprender a ler. Isso evita com que a criança se atrase na escola ou passe a desgostar de estudar.
É importante enfatizar que a dislexia não é curada sem um tratamento apropriado. Não se trata de um problema que é superado com o tempo; a dislexia não pode passar despercebida. Pais e professores devem se esforçar para identificar a possibilidade de seus filhos ou alunos sofrerem de dislexia. Crianças disléxicas que foram tratadas desde cedo superam o problema e passam a se assemelhar ąquelas que nunca tiveram qualquer dificuldade de aprendizado.
Foram desenvolvidos diversos programas para curar a dislexia. Não há um só tratamento que seja adequado a todas as pessoas. Contudo, a maioria dos tratamentos enfatiza a assimilação de fonemas, o desenvolvimento do vocabulário, a melhoria da compreensão e fluência na leitura. Esses tratamentos ajudam o disléxico a reconhecer sons, sílabas, palavras e, por fim, frases. É aconselhável que a criança disléxica leia em voz alta com um adulto para que ele possa corrigi-la. É importante saber que ajudar disléxicos a melhorar sua leitura é muito trabalhoso e exige muita atenção e repetição. Mas um bom tratamento certamente rende bons resultados.  Alguns estudos sugerem que um tratamento adequado, administrado ainda cedo na vida escolar de uma criança, pode corrigir as falhas nas conexões cerebrais ao ponto que elas desapareçam por completo.
A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura


Toda criança necessita de apoio e paciência. Muitas crianças disléxicas sofrem de falta de autoconfiança, pois se sentem menos inteligentes que seus amigos. Porém, um bom tratamento pode curar a dislexia. Muitos disléxicos tiveram grande sucesso profissional; existe uma alta porcentagem de disléxicos entre os grandes artistas, cientistas e executivos. Muitos especialistas acreditam que pessoas disléxicas, por serem forçadas a pensar de forma diferente, são mais habilidosas e criativas e têm idéias inovadoras que superam as de não-disléxicos.
Apesar das salas de aula estarem lotadas e apesar da falta de recursos para pesquisas, a dislexia precisa ser combatida. Muitos casos de dislexia passam desapercebidos em nossas escolas. Muitas vezes, crianças inteligentíssimas, mas que sofrem de dislexia, aparentam ser péssimos alunos; muitas dessas crianças se envergonham de suas dificuldades acadêmicas, abandonam a escola e se isolam de amigos e familiares. Muitos pais, por falta de conhecimento, se envergonham de ter um filho disléxico e evitam tratar do problema. Isso é lamentável, pois crianças disléxicas que recebem um tratamento apropriado podem não apenas superar essa dificuldade, mas até utilizá-la como beneficio para se sobressair pessoal e profissionalmente.
Fontes:
Time – July 20, 2003 – The New Science of Dislexia – By Christine Gorman
http:/www.interdys.org/index.jsp

A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura

Será que seu filho é disléxico?

Entre 3 a 6 anos

Na pré-escola

1. Ele persiste em falar como um bebê?
2. Freqüentemente pronuncia palavras de forma errada?
3. Não consegue reconhecer as letras que soletram seu nome?
4. Tem dificuldade em lembrar o nome de letras, números e dias da semana?
5. Leva muito tempo para aprender novas palavras?
6. Tem dificuldade em aprender rimas infantis?

Entre 6 ou 7 anos

Primeira-série

1. Tem dificuldade em dividir palavras em sílabas?
2. Não consegue ler palavras simples e monossilábicas, tais como “rei” ou “bom”?
3. Comete erros de leitura que demonstram uma dificuldade em relacionar letras a seus respectivos sons?
4. Tem dificuldade em reconhecer fonemas?
5. Reclama que ler é muito difícil?
6. Freqüentemente comete erros quando escreve e soletra palavras?
7. Memoriza textos sem compreendê-los?

A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura

Entre 7 e 12 anos.
1. Comete erros ao pronunciar palavras longas ou complicadas?
2. Confunde palavras de sonoridade semelhante, como “tomate” e “tapete”, “loēćo” e “canēćo”?
3. Utiliza excessivamente palavras vagas como “coisa”?
4. Tem dificuldade para memorizar datas, nomes ou números de telefone?
5. Pula partes de palavras quando estas tem muitas sílabas?
6. Costuma substituir palavras difíceis por outras mais simples quando lá em voz alta; por exemplo, lá “carro” invés de “automóvel”?
7. Comete muitos erros de ortografia?
8. Escreve de forma confusa?
9. Não consegue terminar as provas de sala-de-aula?
10. Sente muito medo de ler em voz alta?
A partir dos 12 anos
1. Comete erros na pronúncia de palavras longas ou complicadas?
2. Seu nível de leitura está abaixo de seus colegas de sala-de-aula?
3. Inverte a ordem das letras – “bolo” por “lobo”, “lago” por “logo”?
4. Tem dificuldades em soletrar palavras? Soletra a mesma palavra de formas diferentes numa mesma página?
5. Lá muito devagar?
6. Evita ler e escrever ?
7. Tem dificuldade em resolver problemas de matemática que requeiram leitura?
8. Tem muita dificuldade em aprender uma língua estrangeira?

A Dislexia

O que é dislexia? Causas, Sinais e Cura

Muitos pais recorrem ą escola para avaliar se seus filhos sofrem de dislexia. Se você suspeita que seu filho é disléxico, mas a escola na qual ele estuda não faz testes de dislexia e não tem especialistas que ajudam crianças disléxicas, procure um outro profissional qualificado. Um bom programa educacional para crianças disléxicas precisa estabelecer objetivos específicos de progresso para o ano letivo. É necessário dedicar muita atenção para que a dislexia seja superada; sendo assim, seja paciente com um aluno ou filho disléxico, e não deixe que ele sofra de baixa auto-estima. Incentive-o a buscar novas atividades e interesses, tais como esportes ou música, e sempre o recompense quando ele progredir em seus estudos.


Fontes: Time – July 20, 2003 – The New Science of Dislexia – By Christine Gorman http:/www.interdys.org/index.jsp

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL COM EXCLUSIVIDADE

Paulo Souza

Ao inaugurar na educação profissional, o atendimento individualizado, sabíamos dos custos e da importância e o impacto que esta janela teria na vida dos trabalhadores. Afinal não é fácil você sair da cama as 4, 5 horas da madrugada, se vestir, tomar café, pegar um ônibus lotado, viajar por  42 a 72 k, bater ponto, reunir na DDS, pegar ferramentas e/ou equipamentos, trabalhar por 8 horas no mínimo e pegar o ônibus de volta, perfazer a mesma quilometragem em sentido contrario e ir para sala de aula ainda por mais 2 a 4 horas. Não é para qualquer um, quanto mais é se pagando do seu próprio salário.
Percebemos estas pessoas, nossos clientes, nossos alunos, praticamente como heróis anônimos e percebemos ao longo dos anos que trabalhamos com treinamento, que havia retorno. Quase 100% do que sabíamos, ao termino dos cursos, eles conseguiam melhoria profissional. Veja bem, se as empresas seguissem nosso indicativo de treinamento e desenvolvimento profissional no próprio canteiro de obra, o quanto de progresso seria alcançado.
Mas seguindo nossa imagem, passamos a analisar os diversos entraves que estes anônimos tinham ao longo dos cursos, de 2 a 6 meses de duração: falta de professores, crises financeiras, atendimento parcial das escolas, atraso de alunos, não compreensão de conteúdo e o pior – a falta de aplicabilidade do estudado em sala, em consonância com a pratica profissional. Na década de 80 vivenciamos em Recife, uma experiência que mudou meus conceitos de ensino. Numa escola popular no Bairro de Boa Vista – na época ensino profissionalizante e política eram elementares, havia o partido dos trabalhadores, havia a teologia da libertação e esta escola era uma mistura dos dois, a ponto de João Paulo I,  no seu curto reinado, ter fechado a escola pouco antes de morrer. Fomos convidados a participar de uma reunião nacional sobre ensino e profissão e voamos para Recife. Nesta escola vimos um professor/instrutor jogar um radio no chão e ir-se, avisando que voltaria quando os alunos o informasse do conserto do radio e do aprendizado obtido durante o processo. Era uma provocação  fantástica e ao perceber a reativa daqueles alunos, pus-me a acompanhar diariamente o processo e maravilhado, tive acesso ao método Paulo Freire na profissionalizante. Mudei minha visão do ensino, incluindo tudo que viria estudar na Faculdade de Educação. 

Agora, tentamos moldar um ensino profissionalizante baseado num programa mínimo da escola, mesclado com a demanda especifica do profissional, no seu especifico estado de desenvolvimento, com sua carga emocional e profissional. Não é tarefa fácil. professores preparados, divisão especifica entre teoria e pratica, equipamentos e materiais adequados. Diferentes recursos dentro de um mesmo treinamento, alunos seriados individualmente, de forma única e exclusiva.
Esta diferenciação esta nos proporcionando uma experiência financeira e profissional únicas. Temos o custo e a lucratividade por alunos, em cada etapa do treinamento. Nossa condição instalada é de até 50 alunos mês, distribuídos em 15 cursos. Somos Exclusiva. Somos on demand.

O curso de solda passa por uma forte demanda de mulheres. As empresas abriram oportunidade para elas, que assumiram na nossa escola, um papel de destaque. São excelentes no aprendizado. Mas os homens continuam ingressando. Aulas de operação de equipamentos, Guindaste, escavadeira, motoniveladora, guindauto sempre têm forte demanda. Cursos especiais de Leitura e Interpretação de Projetos – Civil ou Mecânico, Departamento Pessoal, Contabilidade, Técnicas de Liderança, Mecânico Montador, Caldeireiro e tantos outros – são 2500 cursos no total, sempre tem demanda.

O treinamento de RAC – requisitos de atividades criticas, exigidos pela VALE, tem suas limitações, sendo oferecidos apenas para empreiteiras – onde oferecemos até 50% de desconto para pagamento a vista, sobre proposta de terceiros. O introdutório VALE, também oferecido em turmas. Somos uma empresa focada no custo interno e no resultado para nosso cliente. Estamos no mercado há mais de 15 anos, sendo os fundadores dessa modalidade de ensino aqui na região.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

TREINAMENTO PARA ACESSO A AREA DA VALE MINERADORA


. TREINAMENTO DE RAC
. INTRODUTORIO VALE
. TREINAMENTOS OPERACIONAIS E DE MINA


Todos os treinamentos foram ministrados em auditório refrigerado e pronto atendimento de suporte.

Os horários e a carga de treinamentos, conforme definidos por DIRETRIZES VALE,  todos públicos. O prazo de atendimento foi satisfatoriamente cumprido, haja vista a dificuldade que a empresa FORMATTO vinha enfrentando para colocar seu pessoal nas diversas áreas.  Seu serviço terceirizado é a manutenção de torres de telefonia e internet de empresas VIVO, OI, TIM e CLARO, dentro de áreas dos diversos projetos da VALE no sul/sudeste do Pará.

TREINAMENTO OPERACIONAL E DE MINA
Inventamos ou implantamos este produto em PARAUAPEBAS.

Quando começamos não tinha ninguém. Apenas a Obra Kolping, bem devagar. Lutamos quase dois anos contra o descrédito das empreiteiras e dos sindicatos. Estamos nisso há mais de dez anos e gostamos do que fazemos. A opção pelo atendimento individual surgiu após pesquisa com alunos, instrutores e observando a forma peculiar como o imigrante maranhense (90% dos nossos clientes) chegam aqui: semi-alfabetizados,  com pouca convivência social. Para formar realmente este novo profissional, apenas com atenção especial, muito respeito pelo ser humano e paciência. Um aluno e um professor é um método caro, mas o retorno é maravilhoso. Estamos formando profissionais cidadãos e é muito importante para nos. Queremos fazer diferença. Os treinamentos de RAC e INTRODUTÓRIO seguem o padrão VALE e os realizamos com sucesso também.

Atenção. O CURSO DE TORNEARIA, teórico e pratico é uma excelente opção para quem quer se profissionalizar na região. Apenas nos temos este curso. Há muitas oportunidades de trabalho aqui na região.
Temos ainda cerca de 2500 cursos em diversas áreas. Presenciais ou não, com pratica, estagio em CTPS e outras facilidades para atender todo mundo que precisa crescer  profissionalmente ou obter um novo ganha pão. Somos a EXCLUSIVA. SOMOS ON DEMAND.

CONFIRA UM DE NOSSOS RECENTES TREINAMENTOS:






terça-feira, 8 de janeiro de 2013

CONHECIMENTO E SEGURANÇA


94 33463559 / 91632168 / 81041694






Nosso treinamento ajuda a salvar e preservar vidas

. TREINAMENTO DE RAC
. INTRODUTORIO VALE
. TREINAMENTOS OPERACIONAIS E DE MINA


Todos os treinamentos foram ministrados em auditório refrigerado e pronto atendimento de suporte.

Os horários e a carga de treinamentos, conforme definidos por DIRETRIZES VALE,  todos públicos. O prazo de atendimento foi satisfatoriamente cumprido, haja vista a dificuldade que a empresa FORMATTO vinha enfrentando para colocar seu pessoal nas diversas áreas.  Seu serviço terceirizado é a manutenção de torres de telefonia e internet de empresas VIVO, OI, TIM e CLARO, dentro de áreas dos diversos projetos da VALE no sul/sudeste do Pará.

TREINAMENTO OPERACIONAL E DE MINA
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segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Vale reduz investimento para US$16,3 bi em 2013


Rio de Janeiro - A Vale previu nesta segunda-feira investimentos de 16,3 bilhões de dólares para 2013, uma queda de 24 por cento na comparação com o plano anunciado para 2012, num momento em que a mineradora vê perspectivas de uma demanda apenas "moderada" por minério e metais.
A maior produtora global de minério de ferro avalia que o mundo está no final de um "super ciclo" do setor da mineração, disse nesta segunda-feira o presidente da Vale, Murilo Ferreira, em teleconferência com analistas para comentar o plano de investimento.

A empresa havia anunciado no final do ano passado investimentos de 21,4 bilhões de dólares para 2012, montante que foi revisado nesta segunda-feira para um valor bem menor que o previsto inicialmente, somando 17,5 bilhões de dólares.
A empresa reduziu investimentos e adiou projetos em meio à queda no preço do seu principal produto e com perspectivas de um crescimento mais lento na demanda por aço na China.
"As perspectivas de uma expansão moderada da demanda global por minérios e metais no médio prazo requerem rígida disciplina na alocação de capital e maior foco em maximizar eficiência e minimizar custos", disse a mineradora em comunicado.

Do total dos investimentos, 7,65 bilhões de dólares --quase 47 por cento-- serão destinados à área de minerais ferrosos, o carro-chefe da companhia. Outros 3,78 bilhões de dólares serão investidos em metais básicos, enquanto 1,3 bilhão de dólares e 520 milhões de dólares irão, respectivamente, apoiar negócios de fertilizantes e siderurgia.
O plano anunciado para 2013 indica que a mineradora reduzirá investimentos pelo segundo ano seguido. Em 2011, a companhia investiu 18 bilhões de dólares.
"Mais do que nunca, estamos fortemente comprometidos em investir somente em ativos de classe mundial, capazes de criar valor ao longo dos ciclos e que possuam vida longa, baixo custo, possibilidades de expansão e produção de alta qualidade", afirmou o presidente da Vale em nota pela manhã.
A empresa projeta para 2013 produzir 306 milhões de toneladas de minério de ferro, uma pequena redução em relação ao volume projetado para 2012, de 312 milhões de toneladas.
SEM SURPRESA 
Os analistas Alexander Hacking, do Citi, e Marcos Assumpção, do Itaú, afirmaram em e-mail a clientes que os investimentos anunciados para 2013 eram esperados.

"Este anúncio não traz nenhuma surpresa ao mercado, esperamos uma reação neutra das ações da empresa", disse o analista do Itaú.
As ações da Vale fecharam em queda de 0,05 por cento, enquanto o Ibovespa encerrou em alta de 1,2 por cento.
O Citi destaca um aumento de 10 a 20 por cento no custo de três projetos-chave da companhia, o que considera um "desapontamento".
A Vale apontou que terá custos maiores para o projeto de cobre Salobo II; Long Harbor, um projeto de níquel no Canadá, e a siderúrgica de Pecém, no Ceará.
A construção da pelotizadora Samarco IV, no Espírito Santo, foi retirada da lista de principais projetos, porque, segundo a Vale, não há investimento estimado para 2013.
"O projeto continua", informou a Vale, por meio de sua assessoria de imprensa.

A usina, com 50 por cento de participação da BHP e outra metade em mãos da Vale, tinha investimentos previstos em 1,7 bilhão de dólares e prazo para entrar em operação no primeiro semestre de 2014, segundo a listagem referente ao terceiro trimestre deste ano.
A Vale retirou também da sua lista de principais projetos aprovados uma mina subterrânea de cobre na Zâmbia, porque ela já começou a produzir.
"Nossa prioridade mudou do crescimento marginal de volume para volumes com eficiência de capital, uma mudança que impacta profundamente a forma de gerir capital", disse a companhia.
A Vale já vem enxugando a carteira de projetos nos últimos meses, e o investimento em 2012 ficará cerca de 18 por cento menor do que planejado inicialmente.
A empresa já havia recuado de projetos complicados como Simandou, de minério de ferro na Guiné, e Apolo, que tem sua implementação, em região de aquíferos em Minas Gerais, questionada por ambientalistas.

Também foram paralisados a construção da siderúrgica do Pará (Alpa), e Kronau, um projeto de potássio no Canadá.
Paralelamente, a empresa realiza desinvestimentos, com a venda de ativos de petróleo e de logística, entre outros negócios que fogem do principal foco da companhia.
Entre os projetos prioritários, Serra Sul, em Carajás, no Pará, demandará investimentos de 8 bilhões de dólares para produzir 90 milhões de toneladas anuais. Com desembolsos de 658 milhões de dólares previstos para 2013, O projeto deve entrar em operação no segundo semestre de 2016.
Do total de dispêndios, 10,1 bilhões de dólares irão para execução de projetos, 5,1 bilhões de dólares irão para a sustentação de operações existentes e 1,1 bilhão de dólares ficarão com a área de pesquisa e desenvolvimento (P&D).
Uma das cerca de 100 licenças ambientais recebidas pela Vale neste ano foi para Serra Sul, um licenciamento decisivo para a companhia tocar o seu maior projeto. Após a emissão da licença prévia, a Vale aguarda a licença de instalação.

terça-feira, 25 de setembro de 2012

CONHECIMENTO TÉCNICO PROFISSIONAL, QUANTO VALE?


“ e já não há trevas, a luz  inundou o coração e a mente dos homens...”

SOMOS A EXCLUSIVA CONSULTORIA. Nossa origem,  alicerçada  na crença de que o conhecimento pertence a toda a humanidade, buscamos sempre novas formas de desmitificá-lo, tornando-o acessível e próximo dos anseios dos nossos alunos e treinandos.  Nosso foco é compreender que estamos dentro de projetos perenes que exigem o tempo todo,  novos conhecimentos e novos elementos de produção – homens e mulheres capacitados para vencerem o desafio da renovação, da continuidade, com competência, sabedoria e determinação.
Nossos clientes, alunos, na sua massiva maioria pessoas que precisam rapidamente adquirir um novo conhecimento ou reciclar um ponto, uma observação. Criamos o treinamento personalizado – um aluno por vez, com determinada carga horária e planejamento. Temos atingindo objetivos interessantes: passamos a atender bem uma maior gama de pessoas, aumentamos a satisfação e conseguimos uma maior empregabilidade para nossos egressos.


Não podemos ou queremos mais encher salas de aula. Pessoas diferentes, ritmos diferentes. É mais ágil, não prendemos o aluno nem a escola mais. Sua carga horária é distribuída nos dias e horas do seu exclusivo interesse, inclusive tendo acesso ao conteúdo que quer maiores explicitações. Bingo!

A demanda é assustadora, mas estamos tranqüilos, temos nossa capacidade. Estamos ampliando a oferta de cursos a distancia e tutoria. Em breve estaremos em parceria com o Estado do Pará aplicando os exames de suficiência de estudos técnico.
Nos orgulha as fotos mostradas das nossas aulas praticas, em todos os campos aplicados por nós. Cerca de 2500 cursos, foco em mineração e siderurgia mas também direito, turismo, saúde, educação, recursos humanos, estética, produtos rurais, cooperativismo, construção civil, construção mecânica, matemática, metrologia, mecânica, soldagem, operação de equipamentos pesados, eletricidade industrial e predial, assuntos políticos e tal. Visite nossosserviços1.blogspot.com e tenha maiores informações da nossa área de ação.

Em recente fizemos uma proposta de treinamento operacional ao sindicato da Construção Civil. Diversos cursos conforme descrição em anexo. Vale a pena dar uma olhada, estamos a disposição.

E não somos apenas treinamento. NOSSOS CURSOS DE RAC atende cada vez mais um numero maior de empresas que estão preocupadas com o aprendizado criterioso do seu funcionário. Estamos ativos.










Atuamos em áreas como Mediação e Arbitragem, Construção Civil e Projetos, Eventos e Feiras, Pesquisas e Marketing de Produtos, Marketing Político, Custos e Analise Financeira, Representação de Peças, Óleos e Serviços de Manutenção, Suporte Administrativo e Gerencial, Contabilidade, Auditoria e Pericias, Serviços de Internet e Comercio Eletrônico.  SOMOS EXCLUSIVA. SOMOS ON DEMAND!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

QUANDO FALAMOS EM EDUCAÇÃO E TREINAMENTO


Estamos falando da transformação consentida da vida das pessoas. O trabalhador assume sua educação já quando adulto e luta com determinação para alterar sua realidade, completar seus estudos e sua formação profissional. Este homem ou mulher, oriundo das camadas populares do Maranhão, raramente chega em Parauapebas com segundo grau. Em 80% dos casos, chegam com 5ª,  8ª series, alguns, com apenas as quatro series iniciais da alfabetização. Na verdade, a grande maioria, são analfabetos funcionais. Aqui deparam com outra realidade. Não é tanto a falta de conhecimentos operativos, é a falta de educação básica mesmo, a titulação exigida para Carajás e região. Mas tudo é urgente, as oportunidades aparecem e este detalhe de ter o segundo grau atrapalha, e muito a vida destes heróis anônimos, que deixam tudo para trás, a procura de sobrevivência.
No Brasil não há alternativas legais à situação em tela: o profissional sabe trabalhar mas não sabe ler ou contar. O supletivo ou EJA, por ter enorme volume de conteúdo não ajuda, poucos concluem, estão cansados, é tarefa quase impossível porque perderam o tempo de escola. A saída é a ilegalidade, comprar o certificado.
Discutimos aqui, que o Estado poderia adaptar a equivalência de estudos para este período da vida do trabalhador. Não tem o conhecimento de anos de escola, incluindo a fase biológica que facilita o aprendizado e acostuma o cérebro com o processo de educação continuada, mas um conteúdo mínimo, alicerçado nas praticas diárias destes trabalhadores, com graduação equivalente ao ensino fundamental e médio.
A equivalência de ensino técnico, também poderia ser simplificada e aplicado os exames mais vezes ao ano, em datas fixas. Uma maior divulgação iria permitir que milhares de trabalhadores, mesmo nas elitistas condições atuais (Exemplo: um mecânico, com ensino médio e cinco anos de carteira assinada, faz as provas e obtém o certificado de técnico em mecânica, com direito a registro no creia).
Nosso empresa esta com tudo preparado para lançar um circulo de estudos visando a proxima prova da Secretaria de Educação do Estado do Pará. Há exatos 180 dias que fizemos a consulta e até hoje não temos resposta, portanto não pudemos iniciar sequer a divulgação. As datas para os exames no Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais já estão divulgadas.
Nosso entendimento do processo de educação profissional, é do ponto de vista que é exagero, exigir 5 anos na carteira profissional, mais ensino médio completo, para que se possa beneficiar do método de certificação por equivalência de ensino. Também o nível técnico das provas, feitas por pessoas que aprenderam primeiro teoria, em diversificadas situações, torna-se impossível o profissional que aprendeu fazendo, acompanhar ou tirar proveito delas. Precisamos de um meio terno, uma nova compreensão do processo fabril e industria, que muda o tempo todo.
Somos sabedores que a estrutura de ensino no Brasil, ainda contempla uma elite de trabalhadores. A educação sempre foi um divisor de águas entre os mortais comuns e a elite. Os grandes entraves do ensino brasileiro, formal ou profissional, sempre foram sua elitização. As mudanças começam quando Fernando H. Cardoso aprova que todas as crianças, em idade escolar devem esta em sala de aula. Mecanismos sociais e econômicos são criados e se vê, apartir de então, um esforço do Estado Brasileiro em manter suas crianças na sala de aula. De qualquer jeito, com grandes e poderosos entraves, mas hoje vemos mais crianças na escola em todo o pais. Precisamos ainda chegar ao estado ideal, de manter todas crianças, em idade escolar, na sala de aula, em tempo integral. Estes  trabalhadores de hoje, perderam seu tempo, precisamos então criar mecanismos que ajudem a integrá-los mais rapidamente as novas demandas do trabalho.
Assim, os trabalhadores de Carajás e região, na sua imensa maioria apenas alfabetizados, demandam de outro ensino para obterem sua pela inserção, nos padrões exigidos pelo estado brasileiro. Demandam de uma flexibilização nos métodos educativos e certificatórios.

ESFORÇOS ELITISTAS E PARA INGLES VER

O SENAI local tem o atroz costume, de cobrar dos trabalhadores, ganhando duas vezes pelo que se propõe a fazer: ganham das empresas, de todas elas, via Sefip  e ganham dos trabalhadores, quando os mesmos vão a procura de qualificação.se aperfeiçoar para o trabalho. É absurda a situação. Como empresa de treinamento, cobramos e matricula-se quem pode. Temos custos e impostos. Mas o SENAI não tem preocupação nem com receita, nem com impostos e cobra por seus serviços à população. Na sua burocracia acaba educando para o trabalho, uma elite de jovens candidatos que nunca vão pegar o batente. Acabou virando um elefante branco no centro de Parauapebas.
Então o trabalhador que precisa de uma escola na sua medida nos procura. Nossos cursos recebem alunos de todo o norte/nordeste. Do Pernambuco a Rondonia. Empresas, pessoas, entidades deslocam até Parauapebas para serem atendidos por nós. Agora, no ensino a distancia estamos atendendo localmente. Nossos cursos focam a pratica e o tempo. São alunos que precisam mais de uma informação profissional do que sala de aula. Assim, após um ensino básico na profissão, são encaminhados para a pratica e depois, certificados. O tempo de pratica é, em média três vezes maior que o tempo teórico. E uma aluno de cada vez, religiosamente. Vejam as aulas:










































































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